VAMOS DORMIR?  
  Neste livro, Geraldo
Rizzo responde
curiosidades que
normalmente temos
sobre o dormir.

 



ARTIGOS
   Dormir mal pode atrapalhar o desempenho sexual.

Dormir mal pode gerar doenças e atrapalhar o desempenho sexual.

 

Um em cada quatro americanos que vivem com um companheiro costuma abrir mão do sexo devido ao cansaço causado pela falta de horas dormidas. A constatação é de uma pesquisa realizada pela Fundação Nacional do Sono dos Estados Unidos. O estudo é baseado nos depoimentos de 1.007 adultos de 25 a 60 anos. A maior incidência de insônia foi verificada entre os brancos com 10%. Os hispânicos mostraram mais propensão a passar noites em claro devido a preocupações com o trabalho, dinheiro, relacionamento e saúde. De cada oito pessoas, três perderam sono.

Já entre os que conseguem dormir melhor, destacam-se os americano-asiáticos – cinco em cada seis costumam ter uma boa noite de sono pelo menos uma vez por semana.

Não é a primeira vez que há comprovações de que a vida sexual é comprometida pela falta de horas de sono. Um estudo brasileiro feito pelo Instituto do Sono mostrou que homens que dormem mal têm mais risco de apresentar disfunção erétil. O problema é bastante conhecido ao redor do planeta. Outra pesquisa recente divulgada na revista Sleep Council, indica que quase metade da população mundial sofre de insônia.

As noites mal-dormidas provocam várias reações na saúde, já que, durante o sono o organismo realiza atividades essenciais para a saúde física e mental. É neste período que são liberados hormônios, como o do crescimento. Esse mesmo hormônio, para quem já passou da fase de crescimento, contribui para eliminar gordura e reduz a flacidez dos músculos e a fragilidade dos ossos. É durante o sono que o corpo libera as interleucinas, proteínas importantes para a ativação dos linfócitos (grupo integrantes dos sistemas imunológicos). Ou seja, problemas com o sono deixam o corpo propenso a doenças. Dormir bem ainda garante um apetite equilibrado. Durante o sono é liberada leptina, que atua na redução da ingestão de alimentos e no aumento do gasto energético, alem de regular a função neuroendócrina. “O sono é tecnicamente o maior anti- estresse que existe”. diz Francisco Hora, atual presidente da Associação Brasileira de Sono.

Jornal O Sul 23/03/10


Publicado por Assessoria de Imprensa em 27/04/2010 às 17:04


 

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